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4 tipos de pedras preciosas essenciais para a sua joalheria

4 tipos de pedras preciosas essenciais para a sua joalheria

Pedras (ou gemas) são muito procuradas pelos consumidores interessados em acessórios de qualidade. Uma boa joalheria oferece peças clássicas e contemporâneas que sejam adornadas com elas. No entanto, você sabe quais são os tipos de pedras preciosas que toda loja deve ter?

Neste post, você vai aprender a diferença entre pedras preciosas e semipreciosas e descobrir quais gemas não podem faltar na sua joalheria. Confira!

Qual a diferença entre pedras preciosas e semipreciosas?

Essas designações são muito mais comerciais do que científicas, já que não há nada na composição que justifique a diferença. Historicamente, a denominação “preciosa” era dada apenas ao diamante, ao rubi, à esmeralda e à safira, mais cobiçados desde a Antiguidade.

Essa separação, portanto, não teve a ver com resistência ou raridade — o diamante, por exemplo, está mais disponível na natureza do que outras pedras consideradas semipreciosas. Por isso, o termo mais aceito atualmente é “gema”. Cada uma delas é avaliada de acordo com a resistência a fatores físicos e químicos, ocorrência na natureza, efeitos óticos especiais e peso específico, entre outras características.

As gemas naturais são classificadas como:

  • amorfas: vidro vulcânico, opala;
  • orgânicas: pérola, âmbar, coral;
  • rochas: turquesa, lápis-lazúli;
  • cristalinas: diamantes, esmeralda, água-marinha.

A maioria delas é mineral, ou seja, “fabricada” sem interferência animal ou humana por um processo que pode demorar até milhões de anos. Toda gema mineral é considerada preciosa, embora as quatro cardinais (diamante, rubi, esmeralda e safira) sejam geralmente as mais caras.

Segundo o Portal CPRM, as gemas orgânicas, não minerais, não são consideradas pedras preciosas — é também por esse motivo que os especialistas em joias preferem ignorar a denominação “pedra”.

Existem também as fabricadas em laboratórios, chamadas de:

  • artificiais: sem correspondente na natureza, como a zircônia cúbica;
  • sintéticas: “clones” das naturais, como a esmeralda sintética.

Quais os principais tipos de pedras preciosas?

Entre tantas variações, existem aquelas que são essenciais na sua joalheria. Conheça os 5 tipos:

1. Diamante

Material mais duro encontrado na natureza, o diamante é um cristal apreciado pela humanidade desde seus primórdios.

Para avaliar um diamante, você deve levar em conta os quatro Cs:

  • cor: é medida pelo método D-Z. Pode variar entre sem cor (D a F), quase sem cor (G a J), amarelo muito fraco (K a M), amarelo fraco (N a R) e amarelo claro (S a Z);
  • corte: lapidação. O corte e o polimento da gema devem maximizar seu brilho;
  • clareza: equivale à pureza do diamante;
  • quilate (carat): quanto mais quilates, mais caro.

A superfície do diamante é hidrofóbica (não pode ser molhada por água) e lipofílica (pode ser molhada e estragada por óleo).

2. Rubi

Entre as gemas naturais, apenas o diamante está na sua frente na escala de dureza. O rubi representa os nascidos em julho e, durante os séculos XVII e XVIII, era muito presente em anéis de noivado por estar relacionado ao amor. Entre a Antiguidade e a Idade Média, foi considerada a pedra mais preciosa presente na Terra. Na Bíblia, é relacionada à beleza e à sabedoria. Ainda hoje, é ligada ao sagrado, ao misticismo e ao amor.

3. Esmeralda

É a mais nobre variação do mineral berilo. Embora seja uma das mais apreciadas do mundo, seu valor pode diminuir com a quantidade de inclusões em sua gema. É a pedra do mês de maio.

Na Antiguidade, os gregos se referiam à esmeralda como “a deusa verde de todas as pedras”, por sua coloração profunda e única. Chamada de “pedra do amor” pelos egípcios, era também símbolo de fertilidade e reencarnação. Desde esses tempos, era considerada o mineral do amor incondicional. Hoje, é muito usada ainda por estrelas hollywoodianas.

4. Turmalina

Tem uma vasta gama de tons, tanto que pode ser encontrada em todas as cores do arco-íris. Isso acontece por ser um dos mais complexos minerais de silicato. No entanto, é a variação brasileira (turmalina paraíba) uma das mais conhecidas, caras e de melhor qualidade — um quilate custa, em média, US$ 30 mil. Descoberta no estado de mesmo nome, é considerada a mais rara do mundo, presente apenas em cinco minas.

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